ANATA mobiliza-se para ajudar taxistas do grupo de risco e desempregados

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Hemingarda Manuel

A ANATA busca apoio a favor dos taxistas que integram o grupo de risco que, devido à evolução da pandemia, encontram-se em casa, como medida de prevenção. Crise sanitária “desempregou” uma centena de candongueiros.

A iniciativa, criada pela Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), recolhe fundos e alimentos não perecíveis para fazer chegar ou ajudar “candongueiros” que fazem parte do grupo de risco e àqueles que, neste momento, perderam o emprego por força da crise sanitária.

“A campanha de recolha de alimentos não perecíveis é para ajudar os taxistas que ficaram sem viaturas neste período da crise do novo coronavírus, discordando com a nova produção imposta pelos gestores”, clarificou o líder associativo.

Francisco Paciência informou que, desde que foram descobertos os primeiros casos da doença em Angola, vários candongueiros ficaram sem viaturas pelo facto da produção actual não corresponder com os custos de manutenção e as contas nãos estarem de acordo com as exigências dos patrões.

Este motivo, segundo a ANATA, fez com que muitos responsáveis receberem as suas viaturas a taxistas filiados em organizações de táxis e dar a particulares que se submetem as regras do patrão.

Francisco Paciência refere que a rede de recolha de fundos e alimentos não perecíveis estende-se em todas as províncias, onde haja uma representação Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA).

A nova medida de situação de calamidade pública autoriza os transportes colectivos de passageiros públicos e privados em Luanda com uma lotação máxima até 50%  e as restantes as províncias com 75% de passageiros.

A Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola controla mais de 22 mil associados, dos quais 17 mil na província de Luanda.

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