Carteira Profissional “ignorada” por jornalistas angolanos

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Kael Sampaio

A Comissão de Carteira e Ética (CCE) ameaça sancionar os jornalistas que “esquivam” aderir ao processo de inscrição para obtenção da carteira profissional ou de estagiário.  

Luísa Rogério, presidente da Comissão de Carteira e Ética de Angola, lamentou o facto e avisa que a medida surge na sequência da fraca adesão da classe ao processo.

A profissional da comunicação social ressaltou que a organização não vai tolerar o exercício da actividade por quem não esteja devidamente habilitado com o respectivo documento, fazendo valer a lei do estatuto do jornalista.

Luísa Rogério adverte que após atribuição das primeiras carteiras profissionais, ainda este mês, o jornalista ou estagiário que for apanhado a exercer actividade sem habilitação da carteia vai ser sujeito ao pagamento de uma multa no valor de dez salários mínimos.

A CEE alargou, até 28 de janeiro, prazo de inscrição devido algumas dificuldades alegadas por alguns membros da classe jornalística.

Esclarece que a medida foi decidida para permitir que maior número de profissionais e empresas de comunicação social têm tempo suficiente para efectuar o registo no processo que decorre desde julho do ano passado.

A CCE é um organismo de direito público que compete assegurar o funcionamento do sistema de acreditação dos profissionais de informação da Comunicação Social ao brigo da Lei número 5/17, de 23 de Janeiro, sobre o Estatuto do Jornalista.

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