Morreu músico angolano Waldemar Bastos aos 66 anos

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O músico angolano Waldemar Bastos, morreu vítima de cancro, aos 66 anos, disse fonte do gabinete de comunicação do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola.

O músico angolano Waldemar Bastos, um dos mais consagrados artistas lusófonos e dos primeiros artistas de Angola a alcançar a internacionalização, morreu esta segunda-feira de madrugada em Lisboa, aos 66 anos, disse à agência Lusa o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola. Estava em tratamentos oncológicos desde há um ano, referiu a mesma fonte.

O músico apresentava uma sonoridade que o próprio definia como “afro-luso-atlântica”. Em 2018, foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, a mais importante distinção do estado angolano nesta área, e em 199 tinha recebido o prémio de New Artist of the Year nos World Music Awards.

Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos nasceu em janeiro de 1954 na província de São Salvador do Congo (ou M’Banza Kongo) e a seguir à independência de Angola, em 1975, exilou-se em Portugal para escapar à guerra civil que assolou o país.

Foi também o único não fadista a cantar na cerimónia de trasladação de Amália Rodrigues para o Panteão Nacional, em Lisboa. Ele e a fadista tinham sido amigos próximos.

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