Secreta angolana “namora” FLEC/FAC

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General José Luís Caetano Higino de Sousa “Zé Grande”,director-geral dos Serviços de Inteligência Externa

Hemingarda Manuel

O director dos Serviços de Inteligência Externa (SIE) encontrou-se, em Bruxelas capital da Bélgica, com o antigo empresário e presidente da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC-FAC).  General José Luís Caetano Higino de Sousa “Zé Grande”, que solicitou o encontro, levou a Emmanuel Nzita à situação sócio-política reinante em Cabinda.

O “África Monitor” diz que o encontro serviu para o general “Zé Grande” avisar ao líder do movimento independentista de Cabinda, que o Governo angolano não reconhece a existência da FLEC/FAC.

O Site deduz, ainda, que ideia do director-geral dos Serviços de Inteligência Externa visou menosprezar a luta daquela organização de Cabinda, tentando dividir por via de acções clandestinas de aliciamento.

“As políticas do regime angolano do MPLA em relação à Cabinda se se basearam sem em não reconhecer a FLEC/FAC, sequer mesmo a sua existência; de forma indirecta, cuidou também de menosprezar a sua luta armada e de tentar dividi-la/fragiliza-la por via de acções clandestinas de aliciamento ou neutralização dos seus dirigentes e comandantes”, descreveu.

A abertura, aparentemente limitada, informa aquele portal, que as autoridades angolanas vem deixando transparecer na abordagem do chamado problema de Cabinda, desfeitearam  tendências de uma maior flexibilidade assinaladas no inicio do mandato de João Lourenço.

“A abertura, aparentemente limitada, que as autoridades angolanas vem deixando transparecer na abordagem do chamado problema de Cabinda, desfeitearam  tendências de uma maior flexibilidade assinaladas no inicio do mandato de João Lourenço. Considera-se, porém, que na actual conjectura política, interna e externa, o regime colheria mais vantagens em demostrar flexibilidade”, calculou.

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