Sida mata 38 pessoas por dia em Angola

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Abiel Gonçalves

Pelos menos trinta oito pessoas morrem diariamente de HIV e sida em Angola, por falta de antirretrovirais. País regista, em média, 76 infecções todos os dias.

A denúncia é de António Coelho, presidente da Rede Angolana de Organizações de Serviço de Sida e Grandes Endemias (ANASO).

O activista social lamenta que a situação do HVI e sida esteja fora das prioridades em Angola, por causa da crise sanitária, o que dificultar dar uma resposta nacional sobre o impacto da doença.

António Coelho acredita que o aumento de mortes tem a ver com a ruptura de antirretrovirais de segunda linha e a limitação do medicamento desde março de 2020.

Segundo à ANASO, o país regista diariamente, em média, 76 infecções e um aumento do número de morte, uma situação preocupante que deixa doentes sem solução.

“António Coelho refere,” as informações que temos é que os antirretrovirais de primeira linha já chegaram ao país na primeira semana de agosto e agora estão na luta para o desalfandegamento”.

Apela às autoridades aumentar o financiamento para sector da saúde, particularmente, para o HIV e sida, a malária e tuberculose para se evitar mortes.

Dados da ANASO apontam para mais de 26 mil pessoas vivendo com HVI e sida em Angola, estão há mais de três meses sem medicação de segunda linha.

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